LIMONADA VIRTUAL

sexta-feira, 28 de março de 2008

DENGUELÂNDIA CARIOCA

HOJE O POST SERÁ NA COR LARANJA EM HOMENAGEM AO PREFEITO CESAR MAIA.
DEMOROU MAS CONSEGUI ESCOLHER A MELHOR FRAGRÂNCIA DO REPELENTE PARA MINHA REUNIÃO DE HOJE NO RIO DE JANEIRO.
PARA PRÓXIMA VISITA ESPERO NÃO TER DIFICULDADES PARA COMPRAR MEU REPELEX, COM CERTEZA TEREMOS AMBULANTES VENDENDO NOS ENGARRAFAMENTOS E SEMAFOROS DO RJ.
MANDEI FAZER UMA CAMISA PARA AS PRÓXIMAS REUNIÕES NA DENGUELÂNDIA:

"No dia em que o número de pessoas infectadas por dengue no município do Rio de Janeiro ultrapassou a marca de 30 mil, o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, se reuniu com representantes das operadoras de seguro e dos planos de saúde. Agilizar as notificações de casos de doença dos hospitais particulares no estado foi uma das medidas anunciadas que serão implementadas na parceria entre entidades de saúde da rede privada e a Secretaria estadual de Saúde do Rio."

segunda-feira, 24 de março de 2008

Em Primeira Mão: Um novo Gimba.com está Nascendo.

Esta noite nasce o novo Gimba.com. Visite

sábado, 22 de março de 2008

Quero ser grande - IdeiasNet

Lideradas pela Automatos e pela Dedalus, sete empresas de tecnologia se unem e abrem um novo capítulo na consolidação do setor

Por Sérgio Teixeira Jr. - Exame

A operadora de telefonia móvel Vivo tem cerca de 19 000 computadores. Para os funcionários da empresa, os PCs são uma ferramenta essencial do trabalho, e não se espera deles menos que um funcionamento perfeito. Para quem administra esse imenso parque tecnológico, porém, eles são um pesadelo. A disseminação dos computadores pelos mais remotos cantos das empresas e o papel central que eles ocupam em muitas áreas dos negócios transformaram o gerenciamento da infra-estrutura tecnológica num item crítico. Instalar e retirar programas de milhares de máquinas, manter sistemas antivírus atualizados e ter um sistema de atendimento rápido e eficiente são apenas três exemplos da complexidade da tarefa. Somente na gestão de seus parques tecnológicos, as companhias brasileiras investiram 4 bilhões de reais no ano passado, segundo a consultoria IDC. É de olho nesse mercado, um dos que crescem mais rapidamente na indústria da tecnologia, que sete empresas brasileiras estão se unindo. Lideradas pela Automatos, empresa de software especializada em gerenciamento de infra-estrutura, e pela Dedalus, prestadora de serviços, a Virtus vai nascer com faturamento projetado de 100 milhões de reais neste ano -- e com a ambição de ser uma alternativa nacional para esse tipo de serviço, prestado por gigantes como CA, HP e IBM.

Além de demonstrar a importância crescente da gestão da tecnologia, o nascimento da Virtus é sinal de um movimento ainda pouco freqüente, mas essencial para o crescimento do setor de tecnologia brasileiro: a consolidação. "Com exceção das produtoras de software de gestão, como Totvs e Datasul, não há exemplos de grandes empresas nacionais de tecnologia", diz André Fonseca, um dos fundadores da Automatos e presidente da Virtus. A explicação para isso, diz Fonseca, é a barreira de entrada natural que as multinacionais de ERP enfrentam no país: a complexidade das leis e as peculiaridades do mercado local. Outro setor que cresceu com relativa independência graças às necessidades locais foi o de prestação de serviços aos bancos. Às outras empresas nacionais de tecnologia restam duas saídas: juntar forças ou ser engolidas pelos grandes nomes internacionais.

As conversas que levaram à criação da Virtus começaram em meados do ano passado. A idéia inicial é simplesmente reunir os produtos das sete empresas em uma única oferta e aproveitar as oportunidades de venda cruzada. Juntas, as fundadoras da Virtus têm cerca de 1 000 clientes no Brasil e no exterior. "Uma das empresas, a Biosalc, tem grande presença no setor do agronegócio, que está se sofisticando tecnologicamente", diz Maurício Fernandes, da Dedalus. "É uma grande oportunidade de atingir esse mercado." A integração entre os produtos e entre a tecnologia das sete companhias fundidas, além de eventuais ganhos com o corte de funções redundantes, deve ficar para uma segunda etapa, prevista para 2009. O outro ponto fundamental da estratégia é passar da venda de software para a de serviços. Hoje, muitas companhias compram um software para monitorar o estado de seus equipamentos. A Virtus pretende cobrar mensalidades e assumir toda a administração do parque tecnológico dos clientes. Além das sete companhias, a Virtus tem entre seus sócios a Intel Capital, fundo de capital de risco da fabricante de chips, e a holding IdeiasNet -- ambas já eram sócias da Automatos e vão manter sua participação na nova empresa. Não houve injeção de novos recursos na companhia, mas uma rodada com investidores institucionais não está descartada, segundo a própria Intel Capital.

O principal desafio da Virtus será criar um mercado para serviços terceirizados de administração de parques tecnológicos. Embora seja uma prática comum nas empresas de grande porte, nas companhias pequenas e médias -- o alvo da Virtus -- a necessidade ainda não é tão presente. "É um mercado praticamente virgem", diz Daniel Domeneghetti, da consultoria Dom Strategy Partners. "O Brasil não mostrou vocação expressiva para adotar o modelo de gestão terceirizada de infra-estrutura tecnológica." O segundo obstáculo a ser vencido é o da integração da gestão e da tecnologia das companhias, algo que só deve ocorrer a partir do ano que vem. Ser empreendedor e tocar um negócio sozinho é uma coisa; dividir as decisões com seis novos sócios é outra, bem diferente. De qualquer modo, a iniciativa é um passo importante na indústria de tecnologia brasileira -- que precisa de mais exemplos como esse para crescer e aparecer.

Comércio eletrônico tem recorde de reclamações após fusão

Dezembro, mês que consolidou a união de Submarino, Americanas.com e Shoptime representou 44,8% das reclamações do ano todo de 2007

Por Camila Fusco
Exame

A consolidação das lojas virtuais Americanas.com, Submarino e Shoptime em uma única empresa, a B2W, no final do ano passado parece não ter agradado aos consumidores. Segundo a Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor de São Paulo (Procon-SP), só em dezembro, mês em que a operação foi efetivada, foram registradas 44,8% das reclamações do ano todo.

De acordo com o levantamento, apresentado nesta sexta-feira (14/03), em 2007 foram 453 queixas envolvendo empresas de comércio eletrônico. De janeiro a novembro o total chegou a 250 – uma média de 22,72 reclamações mensais. Só em dezembro foram 203.

No ano, as reclamações somadas de Submarino, Shoptime e Americanas.com somaram 136. Desse total, 70 não foram atendidas. “As principais reclamações envolvem o descumprimento de prazos e entrega de produtos diferentes dos pedidos”, diz Evandro Zuliani, diretor de atendimento e orientação ao consumidor do Procon-SP.

De acordo com o executivo, diante do grande volume de reclamações, a diretoria de fiscalização do Procon-SP foi acionada e foi aplicado um auto de infração ao grupo B2W, que poderá ser multado após o término do processo investigativo do Procon-SP.

Em nota, a B2W explicou que teve um crescimento expressivo em 2007 e que investe "constantemente" na melhoria de seus processos de atendimento. "Enquanto houver uma reclamação, vamos nos mobilizar para solucionar a questão o mais rápido possível, identificar onde falhamos e, com isso, evitar que o quadro se repita", afirmou a empresa.

Ranking de produtos

Entre as empresas mais reclamadas dentro do segmento de produtos de consumo, a campeã foi a Benq, que produz os celulares Siemens, com 744 reclamações – 522 delas não atendidas. Na seqüência apareceram Mitsubishi, Motorola e LG Electronics.

Pela primeira vez, uma das empresas que figurou nesse ranking foi a Positivo Informática, ocupando a 19ª posição. O destaque negativo ficou principalmente por conta do grande volume de queixas não resolvidas: 32 das 67 contabilizadas.

segunda-feira, 17 de março de 2008

Mais um desafio. Nasce uma nova Dotcom.

O mercado de Internet está latente e começo ver as mesmas cenas que via no início da explosão da Internet no Brasil. Só que agora concentradas na gloriosa mídia on-line.

Mandic, Openlink, Domain, Zaz, Globalnet, STI, Horizontes, Alternex…

Trabalhava na Mr. Help de 12 pm às 6 am como auxiliar técnico de suporte para alguns dos provedores acima. Também colocava anúncio no jornal o globo para atrair clientes de manutenção de computadores e desenvolvimento de sites para fazer um extra durante o dia.

Os usuários eram fieis aos “portais”de seus provedores. Até o lançamento do UOL e seu bate papo.

Saudade de comprar livros na booknet e de ganhar um troquinho com o programa de afiliados no meu site InsideWay hospedado no Geocities. “Programado” no notepad. Virava noites enchendo este site de bobagens para atrair potenciais compradores de livros. Alias, até hoje viro noites escrevendo bobagens, só que agora no Limonada. rs

Voltando. Época de ouro quando Caio Mário e a turma do STI revolucionaram o mercado brasileiro de internet corporativa com a vinda da PSINet para o Brasil e compraram quase todos os provedores citados acima, depois voltaram a revolucionar com a criação do HPG (Geocities brasileiro) e também com Pixcodelics primeiro desenho animado 100% brasileiro exibido internacionalmente. Época em que Alex M, Guilherme (GPO), Afonso e outros lançaram o Parperfeito. Quando Diogo, Fran e outros lançavam o Medeibem (Primeiro site de entretenimento e festas do Brasil).

Minhas buscas eram feitas através do Cadê de Gustavo Viberti e Fabio de Oliveira e do Aonde.com do meu amigo Edgard.

Denis Alves e Leonardo lançavam a eliptica e desenvolveram um dos primeiros sites de banda com tecnologia flash do brasil. O site da banda LSJACK, o site mais trabalhoso que já vi ser feito e um dos mais bonitos até hoje. Este site deveria estar hospedado em algum lugar para ser apreciado.

Todo mundo tinha icq. Ô ow !

Download só no tucows

Meu e-mail Usanet virou Zipmail

Advicenet desenvolve sites grandiosos (Varig, Garoto...)

Pela PSINet passaram os maiores projetos de Internet e os melhores profissionais da época.
Marcelo Tanure profissional de TI mais louco e mais competente que já vi trabalhar.
Cintia Albert, Renata Rabelo, Marcos Amaral, Cristiane Magalhães, Renata Ferrari, Vicente Veiga, Fábio Viração, Nádija, Frances Malta, Roberto Malta, GPO, Edson Romão, Maber, Rafa, Tati, Afonso, Omar, Eduardo, Flavia Prunzel...e muitos outros, mas se alguém que não foi citado sinta ciúme, manda um e-mail que incluo.

Mesma época dourada, quando Rodrigo, Leandro e Bernardo lançavam o Ivox e surgia a Ideasnet.

Enfim, este momento nostalgia apenas para afimar que o mundo realmente gira.

Aguardem. Estamos cuidando dos preparativos para o lançamento da mais nova e ao mesmo tempo experiente dotcom de mídia do mercado. Tamu chegando...

Abs,


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A marca da promessa